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inovações de tecidos e estampas.



01/04/2015

Moda sustentável: a tendência que está sempre em alta


 
Anualmente, consumimos quilos e mais quilos de tecidos. Seja em roupas, acessórios ou artigos para a casa, os tecidos fazem parte do nosso dia a dia e causam um impacto maior do que podemos imaginar.
 
No entanto, em tempos em que muito se fala sobre sustentabilidade, existem empresas preocupadas com a responsabilidade social e com os efeitos que sua produção pode causar no meio ambiente e na vida das pessoas. Desde a escolha das matérias-primas até o descarte das peças após o uso, existem roupas que foram pensadas para minimizar os impactos no mundo em que vivemos.
 
Dessa maneira, conheça melhor os princípios nos quais consiste a moda sustentável, fique por dentro dos materiais utilizados na produção das peças e veja dicas de como levar uma vida mais ecológica e em harmonia com o meio ambiente.
 
O processo sustentável
 
Em uma definição direta, o STEP (Sustainable Technology Education Project) diz que moda sustentável é a produção de roupas que leve em consideração o meio ambiente, a saúde dos consumidores e as condições dos funcionários empregados na indústria.
 
Para entender um pouco melhor como esses princípios funcionam na prática, o TodaEla conversou com a designer de moda Hieda Oviar, responsável pela marca paranaense Irmãs Green, que explica como funciona o processo de produção de roupas e acessórios de moda sustentáveis.
 
Hieda começa nos contando que o que a levou a trabalhar nesse ramo foi o prazer em oferecer para as pessoas produtos cujo conceito fosse ético e sustentável. Segundo ela, a motivação também vem das pequenas mudanças de atitude que, além de trazerem satisfação pessoal, revelam resultados positivos para a coletividade.
 
Na hora de criar as coleções para sua marca, a estilista revela que busca maneiras de causar o menor impacto possível. Entre as matérias-primas utilizadas, a empresa recorre a alternativas naturais, cujo cultivo não faz uso de agrotóxicos, como os tecidos orgânicos, e opções que promovam a reciclagem, como é o caso das garrafas PET.
 
Na lista de materiais estão tecidos e malhas recicladas mescladas ao poliéster de garrafa PET, tecidos e malhas orgânicas, tecidos naturais – como o linho e o bambu –, couro ecológico e jeans reciclado com poliéster de PET. Além disso, a marca reaproveita resíduos têxteis de coleções anteriores e compra retalhos de microempresas familiares de Curitiba.
 
Sobre os problemas em se fazer moda consciente atualmente, Hieda Oviar cita que a falta de um grande leque de matérias-primas sustentáveis é o principal empecilho. “Mesmo não sendo possível nos dias de hoje fazer uma roupa 100% sustentável, já podemos observar um crescimento da indústria e de matérias-primas têxteis. Com a ajuda do desenvolvimento da tecnologia têxtil e da moda sustentável, esperamos ver em um futuro próximo a possibilidade de termos um produto cada vez mais eficiente, reduzindo ainda mais os impactos ao meio ambiente”, explica ela.
 
Sobre a coloração – processo que costuma envolver a liberação de substâncias químicas no meio ambiente –, a designer comenta que os tecidos utilizados já vêm coloridos de fábrica. No entanto, a empresa tem o cuidado de se certificar da responsabilidade ambiental de seus parceiros: “Buscamos tecelagens e malharias que utilizam selos verdes, o que garante o engajamento sustentável da empresa e a eficácia do produto final”, relata Hieda.
 
Depois de todo o processo criativo de elaboração das peças de uma coleção, a estilista conta que as roupas são cortadas e costuradas em facções de costura parceiras da empresa. Também nessa fase de produção, Hieda mostra que existe uma preocupação na redução de impacto ambiental, sem deixar de levar em conta a mão de obra empregada. Ela ressalta que a empresa trabalha dentro de um sistema que visa “comércio justo e condições satisfatórias de trabalho envolvendo todos os fornecedores da cadeia de produção”.
 
Para além do ateliê, a estilista aponta que as clientes que procuram a marca estejam buscando o mesmo ideal que fez com que ela trabalhasse com moda sustentável. Além da parte estética, Hieda acredita que exista um interesse ético – tanto social quanto ambiental – nos produtos. Em geral, quem entra na loja busca saber a procedência e a responsabilidade envolvidas em todo o processo.


Fonte: inspiramais.com.br


Escrito por: Por TodaEla, em 01/04/2015


30/03/2015

EcoSimple apresenta novas linhas em evento


A EcoSimple apresentou novidades para os potenciais clientes que visitaram seu estande durante a ForMóbile, que aconteceu entre 29 de julho e 1 de agosto de 2014, em São Paulo.  Entre os lançamentos, a empresa levou tecidos listrados, maquinetados e estampados.
 
A marca investiu na criação da linha “Out Back", com tecidos para áreas externas e marítimas. “Procuramos desenvolver essa linha específica em função de uma necessidade sentida no mercado, e esperamos ter preenchido essa lacuna com sucesso”, explica a diretora da empresa, Marisa Ferragutt.
 
Mais uma inovação da tecelagem é a coleção New York assinada pelo estilista Alexandre Herchcovitch. Inspirado nos bairros de New York, o designer criou artigos com tonalidades neutras e padronagens que fazem alusão às construções e arquitetura da cidade.  A paleta de cores está focada no preto, branco, cinza, chumbo e azul marinho, com o predomínio dos detalhes branco em pontilhado.
 


Fonte: abit.org.br


Escrito por: , em 30/03/2015


25/03/2015

EcoSimple pesquisa e cria tecidos especiais para cada segmento de mercado


Além de produzir com pioneirismo tecidos sustentáveis 100% reciclados, a EcoSimple desenvolve um trabalho de pesquisa e produção de material especialmente para cada segmento de mercado. Com uma equipe especializada, a empresa elabora suas coleções de acordo com as tendências, observando as necessidades de cada segmento e a qualidade do produto final. Atualmente, a demanda está focada nos segmentos calçadista, de vestuário e decoração, entre outros.

O Diretor Claudio Rocha destaca que a autonomia é o grande diferencial da tecelagem de Americana/SP, que realiza todas as etapas do processo fabril internamente. Segundo ele, não terceirizar a produção confere maior agilidade e liberdade para atender o mercado. A área Industrial é comandada pela Engenheira Têxtil e Diretora Marisa Ferraguti. Ela é responsável pelas pesquisas e criação dos padrões, cores e misturas. Neste processo, cada segmento é tratado com uma coleção específica. “Lançamos artigos com as características próprias do setor. Para isso, desenvolvemos pesquisas junto a estilistas, estúdios de moda e birôs internacionais”, revela.

DECORAÇÃO – Para este setor, há uma ampla gama de coleções, inclusive uma linha assinada pelo estilista Alexandre Herchcovitch. As possibilidades de aplicação foram exemplificadas com o uso da Sarja Pet Reciclada – que utiliza tecidos descartados por confecções e garrafas PET como matéria-prima – no revestimento dos banheiros de um shopping no Rio de Janeiro (RJ), durante a Rio+20. Tecidos de parede, materiais para almofadas e várias outras possibilidades são obtidas com os materiais EcoSimple para Decoração.

Além das coleções desenvolvidas de acordo com as características de cada mercado, a EcoSimple também apresenta produtos multiuso. Um exemplo é a linha CUSTOM. Tanto calçados como roupas e acessórios podem ser feitos com o material. Além disso, o CUSTOM é especial por causa de sua composição que, por possuir fios salteados, facilita a customização das peças.

COMO SÃO PRODUZIDOS? – Os tecidos da EcoSimple são produzidos através da coleta de sobras e aparas de tecidos descartadas pela indústria têxtil. Para se transformar em novos tecidos, os resíduos são separados por cor e passam por processos como reciclagem, fiação e tecimento, agregando resíduos de pet também reciclados. Para diminuir ainda mais o impacto ambiental, a empresa desenvolveu um processo inovador em que as tonalidades naturais dos resíduos têxteis são aproveitadas, evitando, assim, o uso de corantes e agentes químicos no processo. Cada metro de tecido produzido elimina 480 gramas de resíduo têxtil e oito garrafas pet do meio ambiente.




Escrito por: , em 25/03/2015


25/03/2015

Ecosimple: tecidos sustentáveis


Por Maria Alice Miller
 
 
Um dos produtos mais legais que conheci no site do Prêmio GreenBest foram os tecidos da Ecosimple. O site da empresa já é uma beleza, pois mostra de forma clara e resumida todo o processo fabril de seus produtos. Os tecidos são dirigidos aos setores de moda e decoração e sua origem é baseada no reaproveitamento: garrafas PET e resíduos de tecidos de fábricas e confecções passam por um processo de reciclagem completo que vai até a transformação dos tecidos em fibra novamente, e que envolve também mão de obra de comunidades carentes (um pé na responsabilidade social).
 
 
O resultado são tecidos com cores e padronagens diversas que podem ser utilizados por indústrias de estofados e novamente pelas confecções. Clique aqui e assista a um ótimo vídeo sobre a empresa que tem um trabalho dos melhores em sustentabilidade.



Escrito por: , em 25/03/2015


19/03/2015

EcoSimple dá vida nova a aparas da indústria têxtil que eram consideradas apenas resíduos


Pioneira no segmento, empresa produz tecidos sustentáveis premium através do reaproveitamento de sobras da produção de malharias. Fios oriundos da reciclagem de PET também compõem a inovação.
 
 
Com demanda cada vez maior no mercado nacional, a EcoSimple, de Americana/SP, dedica-se exclusivamente à fabricação de tecidos eco-friendly. Reconhecidos no segmento do vestuário, os tecidos sustentáveis beneficiam também outros setores, já registrando grande aceitação nas áreas de acessórios, calçados e decoração. “Temos um processo inovador, que faz da EcoSimple uma empresa de vanguarda, pois desenvolve um processo totalmente diferenciado de produção sustentável. Atualmente, nossos tecidos são utilizados por algumas das melhores e mais conscientes marcas do Brasil e do exterior”, diz o Diretor da empresa, Cláudio Rocha.
 
Pioneira na fabricação de tecidos 100% sustentáveis, a EcoSimple inicia seu processo produtivo com a coleta e separação de resíduos (sobras e aparas) descartados por indústrias têxteis da região de Brusque/SC, um dos principais polos brasileiros de produção de malhas. Esta etapa do trabalho é realizada por cooperativas, que entregam à empresa os resíduos separados por cor. A separação é fundamental para a sustentabilidade do processo, pois a pigmentação já existente nas aparas se mantém e dá cor aos novos fios que serão produzidos. A medida também evita o uso de novos produtos químicos para dar cor aos tecidos, e reduz drasticamente o uso de água na produção.
 
Já na tecelagem, que fica em Americana/SP, os resíduos têxteis são transformados em novos tecidos por meio dos processos de moagem e desmanche, limpeza e transformação, fiação e tecimento. Nesta etapa, fios oriundos da reciclagem de PET também são aplicados na produção, junto com os fios de algodão reciclado. “Cada metro de tecido EcoSimple produzido elimina 480 gramas de resíduo têxtil e oito garrafas pet do meio ambiente”, ressalta o Diretor.
 
A EcoSimple atua desde 2004 no desenvolvimento de tecidos de alta qualidade e 100% responsáveis. Através de parcerias com companhias têxteis e comunidade em geral, a EcoSimple transforma resíduos em tecidos inovadores, com apelo à moda e sustentabilidade.
 
Fonte: Revista Fator


Fonte: Revista Fator


Escrito por: , em 19/03/2015


19/03/2015

Tecido ecológico da Ecosimple atrai estilistas


A produção têxtil sustentável da Ecosimple foi parar nos desfiles de Alexandre Herchcovitch na São Paulo Fashion Week
 
Priscila Zuini, de Exame.com
 
 
São Paulo - A EcoSimple, empresa que produz tecidos sustentáveis, firmou uma parceria com o estilista  Alexandre Herchcovitch para fornecer material ecologicamente correto.
"Houve uma simbiose: ele procurava um fornecedor de tecidos sustentáveis com produtos compatíveis às suas criações e a Ecosimple buscava um designer renomado", conta Claudio Rocha, diretor comercial da EcoSimple.
 
A empresa é a fusão de três outras companhias do setor têxtil: uma de fiação, uma de tecelagem e outra comercial. "A EcoSimple foi idealizada para suprir a necessidade do mercado têxtil com uma linha de produtos reciclados", explica. 
 
Além das peças expostas nos desfiles da São Paulo Fashion Week, a empresa firmou uma parceria com Herchcovitch para uma coleção de tecidos desenvolvidos e assinados pelo estilista.
Além disso, fornece matéria-prima para a Gooc, que faz bolsas e acessórios com o tecido 100% sustentável
 
Produção ecológica
A indústria têxtil é uma das vilãs do meio ambiente quando se trata de consumo de água e produção de resíduos que prejudicam a natureza. Rocha explica que os tecidos da empresa são ecologicamente corretos pois dispensam o uso de produtos químicos e água. 
 
"Usamos o descarte e as aparas de outras confecções que iriam para o lixo ou aterros. Esse material é recolhido e enviado para uma cooperativa de famílias carentes, que separa por cor e composição têxtil. Na fábrica, as aparas voltam ao seu estado original e são misturadas a fibras de garrafas PET", conta. 
 
"Estamos com diversos projetos em andamento junto a estilistas, decoradores, arquitetos e grandes corporações do setor de vestuário, calçadista, automobilística, moveleiro e decoração, no Brasil e no exterior", conta Claudio Rocha. A Sierra Móveis e a The Crafts Shoes Factory são algumas das novas parceiras da marca. 
 
Apesar do conceito e das parcerias firmadas até agora, o executivo afirma que ainda é muito difícil convencer o mercado sobre o custo-benefício de um produto desses. "Principalmente pelo fato de ser pioneiro e por não existir uma política de impostos adequada a esse segmento", justifica.


Fonte: Exame.com


Escrito por: Priscila Zuini, em 19/03/2015

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