Blog

Aqui você encontrará  dicas, notícias, tendências,
inovações de tecidos e estampas.



28/05/2015

O verde está na moda


Preste atenção na foto que ilustra esta reportagem. Aparentemente, ela não tem nada de diferente de um tradicional desfile de moda: uma roupa descolada e um modelo bonitão (e magro, claro). Ao final, o estilista subirá na passarela para receber os aplausos por suas criações. Neste caso, porém, não se trata de uma apresentação comum, mas sim de uma coleção sustentável do estilista Alexandre Herchcovitch, mostrada no São Paulo Fashion Week, em julho de 2012. Todas as roupas foram confeccionadas com tecidos recicláveis da EcoSimple, de Americana, a 130 quilômetros da capital paulista.
 

Dessa parceria surgiu também uma linha de tecidos assinada por Herchcovitch. "Foi uma forma que encontramos para mostrar que a moda e o luxo do futuro não poderão ser frutos de produção em massa à custa da destruição do meio ambiente", diz Cláudio Rocha, sócio da EcoSimple. A tecelagem tem como diferencial uma cadeia de produção totalmente isenta de produtos químicos. Seus tecidos são produzidos a partir da coleta de retalhos descartados por confecções, e utilizam garrafas PET em sua composição. Cada metro de tecido da EcoSimple, elimina 480 gramas de resíduo têxtil e oito garrafas PET do meio ambiente
 
A companhia produz anualmente 3,6 milhões de metros de tecido, volume que deverá lhe render R$ 8 milhões de faturamento este ano. "Ainda é um nicho incipiente, mas com muito potencial de crescimento", afirma Rocha. O empresário estima dobrar essa receita em 2013. Para crescer na casa dos três dígitos, ele aposta na vocação sustentável dos tecidos como um forte atributo de estilo. Essa estratégia já vem dando bastante visibilidade à EcoSimple. Fundada há apenas dois anos por Rocha e sua sócia Marisa Ferraggut, a empresa já conquistou como clientes marcas renomadas como Coca-Cola Shoes, Osklen, Levi's, Vulcabras e Tok&Stok.
 

Assim como o empresário paulista, grandes marcas como Osklen e Giorgio Armani também estão investindo no apelo sustentável de suas roupas. A mais recente investida nesse sentido foi da americana Levi's, que lançou no mês passado, uma coleção de calças jeans feitas com materiais reciclados. A grife utilizou mais de 3,5 milhões de garrafas recicladas nas quase 400 mil peças produzidas. A novidade chegará ao Brasil no primeiro semestre de 2013. "Essa coleção prova que não é necessário sacrificar qualidade, conforto ou estilo para dar um novo começo ao que chegou ao fim", disse James Curleigh, presidente global da marca Levi's.

Segundo especialistas, a evolução da indústria têxtil passa obrigatoriamente pelas soluções sustentáveis. "Não vejo esse tipo de produto apenas como uma moda passageira, mas sim como um amadurecimento do mercado", afirma Sylvio Napoli, gerente de inovação e tecnologia da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção. De acordo com ele, um dos maiores desafios do setor será otimizar os processos de fabricação para reduzir custos. Apesar de não existir um estudo que indique a participação desses produtos no mercado, Napoli estima que eles respondam por 5% do faturamento da indústria têxtil no Brasil, que chegou a US$ 67 bilhões, em 2011.
 
 


Fonte: istoedinheiro.com.br


Escrito por: istoedinheiro.com.br, em 28/05/2015


21/05/2015

Crise? Que crise?


Como a aposta na sustentabilidade faz a diferença na trajetória da EcoSimple  
 
 
O ano de 2015, ao que tudo indica, não deverá ser dos mais fáceis para o setor produtivo. Afinal, as recentes medidas adotadas pelo governo federal deverão ter impacto direto no ritmo de crescimento do País. Fala-se até em recessão. OK. Com relação a isso, não há nada a fazer. Afinal, a equipe econômica federal é soberana para adotar as providências que julgar necessárias para equilibrar as contas públicas.
 
Mas, e como fica o setor produtivo nesta história?
 
Bem, em uma economia cada vez mais competitiva e sujeita aos humores do que acontece além das nossas fronteiras, é natural que os impactos se deem não apenas de forma coletiva, como também individual. Neste contexto, leva a melhor quem consegue desenvolver aquilo que os economistas e acadêmicos chamam de vantagens competitivas.
 
Foi nisso que apostou, há quatro anos, os paulistanos Claudio Rocha e Marisa Ferraggut, controladores da EcoSimple – tecelagem baseada em Americana (SP) e que usa exclusivamente insumos reciclados e tintas naturais. Pois foi graças a este componente de sustentabilidade que a empresa vem conseguindo cavar seu espaço na carteira de fornecedores de gigantes globais. A começar pela alemã Adidas, as americanas Levi´s e Coca-Cola, além da japonesa Toyota.
 
No início desta semana, Rocha teve um encontro com executivos da francesa Vert, fabricante de calçados feitos com tecidos de algodão orgânico e solados de borracha coletada por cooperativas de seringueiros na Amazônia. “Estamos animados em relação a 2015”, diz o empresário. De fato, motivos não faltam. Além de colocar suas criações em peças vendidas na rede Tok Stok, de móveis descolados, a direção da EcoSimple caiu nas graças do designer Marcelo Rosembaum, que apresenta o programa Decora, no canal por assinatura GNT.
 
Segundo Rocha, boa parte do sucesso da EcoSimple se deve a sua capacidade de firmar parcerias pontuais, mas com um enorme potencial para garantir visibilidade na mídia e entre as empresas que valorizam diferenciais competitivos. Foi assim quando se uniu ao estilista paulistano Alexandre Herchcovitch, que usou os tecidos EcoSimple em um dos desfiles que promoveu no São Paulo Fashion Week. A dobradinha foi repetida em 2014, durante o Salão do Automóvel de SP, quando Herchcovitch assinou o design do estofado de um modelo-conceito da Toyota (foto). A EcoSimple também participou da promoção da Coca-Cola e da Giroflex no revestimento de sete mil cadeiras no estádio do Maracanã, com tecidos reciclados de garrafas PET.
 
O ano mal começou e Rocha já anuncia novidades. Uma delas é a negociação com uma grande marca de roupas do Rio de Janeiro para a produção de tecidos jeans feitos de retalhos, e que contarão, em sua composição, com fibras sintéticas extraídas da reciclagem de aparelhos Prestobarba.
 
Questionado sobre a meteórica carreira internacional de uma tecelagem de médio porte, Rocha cita duas características apontadas por ele como definitivas: a aposta em tecidos diferenciados e sustentáveis e o jeito de fazer negócios: “Somos simples até no nome”, brinca Rocha. Para seguir crescendo, o empresário também pretende fazer um périplo pela sede dos fundos de private equity, no Brasil e no exterior.
 
“Hoje fazemos tudo. Do planejamento da produção, até a negociação com fornecedores, passando pelo desenho das coleções”, conta. “Chegou a hora de entregarmos a gestão a especialistas e nos concentrarmos no que fazemos melhor.” O sócio da EcoSimple acredita que além da expertise em gestão, um sócio capitalista ajudaria a ampliar, ainda mais a escala produtiva da empresa. Aprofundando ainda mais o toque de sustentabilidade.


Fonte: istoedinheiro.com.br


Escrito por: Rosenildo Gomes Ferreira, em 21/05/2015


14/05/2015

Tecido sustentável nas cadeiras do Maracanã


 
Equipe do Portal 2014, responsável pela avaliação, assistiu a oito jogos da competição em todas as sub-sedes para apontar os melhores estádios.
 
Considerado o grande templo do futebol brasileiro, o Estádio do Maracanã foi considerado um dos melhores da Copa das Confederações pela equipe do Portal 2014, que avaliou todas as sub-sedes. Um dos destaques do estádio, que foi completamente reformado, ficou por conta das cadeiras, avaliada como as melhores da competição. Os tecidos utilizados nos assentos das áreas VIP foram produzidos pela EcoSimple.
 
O Portal 2014 é um veículo de informações concebido pela Editora Mandarim e pelo Sinaenco - Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia, para estimular e divulgar todas as ações que levem ao sucesso da Copa do Mundo de Futebol de 2014 no Brasil. O Portal é voltado para o público especializado na área de infraestrutura, principalmente arquitetos, engenheiros, construtores, empreendedores e gestores públicos.
 
Durante a Copa das Confederações a equipe do Portal assistiu a oito das 16 partidas da competição, para avaliar diversos aspectos das cidades-sede, incluindo os estádios. ''O Maracanã passou no teste. Havia filas para entrar no estádio, mas esse foi o único grande problema. Destaque para a organização interna, para os corredores que dão acesso às arquibancadas e para a acústica. Os assentos foram considerados os melhores'', afirmou a equipe de avaliação.
 
Para a EcoSimple, responsável pela produção dos tecidos dos assentos, a distinção é importante porque reafirma a qualidade do material. A empresa produz tecidos sustentáveis que dispensam processos químicos para colorir os produtos. Mais informações sobre a EcoSimple podem ser obtidas no site www.ecosimple.com.br ou pelos telefones (19) 3469.4951 e (19) 3469-6028.
 


Fonte: construirsustentavel.com.br


Escrito por: , em 14/05/2015


11/05/2015

Feliz dia das Mães





Escrito por: , em 11/05/2015


07/05/2015

EcoSimple


Desde 2004 a Ecosimple viabiliza, através da aliança com grandes companhias têxteis e a comunidade, a criação de um tecido de alta qualidade e 100% responsável. Mediante contrato, a Ecosimple coleta sobras de tecidos e garrafas PET e as encaminha até as pequenas cooperativas. Uma vez lá, esses tecidos são separados por cor e enviados pela comunidade de volta para a Ecosimple. Já separados, os tecidos passam por vários processos, todos eles livres de qualquer tratamento químico. Catalogados e devidamente separados por cor, os tecidos seguem para as etapas de moagem e desmanche, limpeza e transformação em polímero, fiação e tecimento.
 
TECIDOS
Por já estarem separados por cor, não é necessária a adição de qualquer espécie de tinta ou corante. As tonalidades desejadas são obtidas através das cores originais dos tecidos, aproveitando a coloração natural das fibras e suas diversas nuances. Desse processo livre de agressões nasce o novo tecido EcoSimple.
 
CLIENTES
Em função da alta qualidade e diferenciação, os tecidos EcoSimple são utilizados por algumas das melhores e mais conscientes marcas do Brasil e do exterior.
Transformados em uma infinidade de produtos, os tecidos EcoSimple levam a mensagem da sustentabilidade aos quatro cantos do planeta.
 
CONSUMO
A mensagem de sustentabilidade da EcoSimple não termina em seus produtos. Ela continua através das ações de conscientização voltadas ao consumidor final e do seu trabalho de pós venda. Tudo isso garante o ciclo de renovação dos produtos, o respeito à natureza e o bem estar do planeta.
 


 


Fonte: decorwindow.com.br


Escrito por: , em 07/05/2015


30/04/2015

Grandes grifes aderem à moda sustentável


Por que nomes do primeiro escalão estão trabalhando em prol desta iniciativa


A indústria têxtil está entre as quatro que mais consomem recursos naturais, como água e combustíveis fósseis, de acordo com o Environmental Protection Agency (órgão americano que monitora a emissão de poluentes no mundo). Somente o algodão é responsável por cerca de 30% da utilização de pesticidas na terra. Para se ter uma ideia dos danos causados ao meio ambiente, apenas na produção de uma camiseta de 250 gramas de algodão, na china por exemplo, são usados em media 160 gramas de agrotóxicos. Os quais contaminam os solos e rios, causando danos às vidas dos seres marinhos e às famílias que consomem seus alimentos.
 
Por isso pensar sustentavelmente tem sido a proposta social veiculada nesses últimos anos pela mídia. O termo sustentável requer uma série de fatores a serem analisados numa cadeia de produção. Ser sustentável é pensar em criar maneiras de aproveitamento/reutilização de produtos para minimizar os danos causados ao meio ambiente por meio da cadeia produtiva.
 
Assim, o conceito de moda sustentável (também chamada de ecológica) leva em conta todos os recursos usados na produção de um tecido/roupa, como: a matéria-prima, a quantidade de água, a mão de obra, o transporte do que foi produzido, enfim todo o processo. Para os defensores da moda sustentável, não adianta usar tecidos feitos a partir de um processo de reciclagem, mas gastar muito combustível no transporte desses produtos até o local de venda. Portanto, a moda sustentável propõe que toda a cadeia produtiva de uma roupa seja feita conscientemente.
 
Atualmente marcas conceituadas como a grife brasileira Osklen e a mundial Stella McCartney já fazem uso da moda ecológica. Porém são produções que nem sempre estão ao alcance de todos os bolsos. Para estimular o interesse popular por tal tipo de moda, a Hanesbrands, dona da marca Zorba no Brasil, em parceria com a rede varejista Wal-Mart e a Embrapa estão produzindo roupas sustentáveis a preços populares. São camisetas, calcinhas, cuecas e bodies para bebês confeccionados com algodão cru ou orgânico, além de outras fibras, como o bambu.
 
Para entender o processo de fabricação de um tecido reciclável, conversamos com José Israel do Nascimento, gerente comercial da Ecosimple, empresa produtora de tecidos 100% recicláveis que fornecem material para grifes famosas. Um exemplo disso, foi a divulgação da coleção sustentável de Alexandre Herchcovith no São Paulo Fashion Week, em junho de 2012. As peças usadas no desfile foram produzidas com tecidos da Ecosimple.
 
A Ecosimple utiliza restos de tecidos como matéria-prima em sua produção. Para isso ela conta com a parceria de cooperativas de trabalho, que recebem os fardos dos restos de tecidos com cores misturadas e fazem a separação das tiras por cor e devolvem a Ecosimple. Na empresa têxtil, as tiras passam por um processo que “rasgam” os tecidos até se transformarem em fios, estes são misturados com a pluma e PET (feita a base de garrafas PET). Assim é elaborado o fio Ecosimple com a mistura das duas fibras que se transformam no tecido reciclável.
 
O conceito de reciclagem ainda não é algo valorizado em todas as regiões do país segundo José Israel, por isso a Ecosimple procura fazer palestras e workshops sobre sustentabilidade. Para ele, no momento, não há vantagens em produzir tecidos recicláveis e sim paixão pelo conceito, pois os investimentos financeiros no processo são altos. “Quando iniciamos com a fiação 100% reciclado, a eficiência de máquina e operações era baixa, com baixa produtividade (produto mais caro). Hoje temos a eficiência e produtividade alta e podemos trabalhar com preços competitivos”, explica José Israel. Ao questionar sobre as diferenças de preços entre um produto reciclável e um não reciclável, o gerente comercial da Ecosimple informa que se baseando pela mesma composição e gramatura há um equilíbrio de preços.
 
 
Curiosidades sobre a produção de tecidos
 
 
1) A produção de couro para roupas, bolsas e sapatos está entre as que mais poluem o meio ambiente. Isso porque, para amaciar o couro, são usadas toneladas e mais toneladas de sal, entre outros produtos. Esse sal é dissolvido em água, que vai parar no solo. Anos e anos de produção provocam o acúmulo de água salgada em regiões onde o sal não é parte do ecossistema.
 
2) Cerca de 8 mil tipos de produtos químicos são usados para transformar matéria-prima bruta em tecidos. Muitos desses produtos provocam danos irreversíveis na humanidade e no meio ambiente.
 
3) Mais de 11 milhões de toneladas de poliéster (isso mesmo, dá 11 bilhões de quilos) são fabricados por ano. O processo de produção deste tecido demanda um consumo de água muito pequeno, mas, por outro lado, exige uma grande quantidade de energia. As fibras do poliéster não são biodegradáveis, mas ele é reciclável.
 
4) O simples uso de uma camiseta básica pode despejar na atmosfera 4 kg de dióxido de carbono durante toda a útil da roupa. Isso acontece se ela for sempre lavada a uma temperatura de 60º C, for secada em secadora e passada a ferro. No Brasil, não temos o hábito de usar secadora, mas essa maquininha destruidora de roupas é hábito em vários países, inclusive os EUA.
 
5) Quase 100% dos tecidos existentes podem ser recicláveis, e a indústria que faz essa reciclagem é capaz de reaproveitar mais de 90% das roupas descartadas. Isso é feito sem gerar subprodutos nocivos ao meio ambiente.


Fonte: cassiasn.blogspot.com.br/


Escrito por: Cássia Nascimento, em 30/04/2015


20/04/2015

Tecidos feitos com garrafas PET são solução para moda sustentável


 
Uma alternativa para quem quer comprar roupas, bolsas e outros produtos feitos com materiais mais sustentáveis é o tecido de garrafa PET. Ele é feito a partir da reciclagem do plástico e pode evitar que novas matérias-primas sejam produzidas, além de reaproveitar o material que iria para o lixo.
 
Apesar de parecer novidade, os tecidos produzidos a partir das embalagens PET são os mesmos das roupas comuns de poliéster. A grande diferença é que em vez de utilizar o Tereftalato de Etileno virgem, a indústria recicla o plástico das garrafas e o transforma em fibras de poliéster.
 
Posteriormente, essa fibra poderá ser tecida junto com algodão e virar matéria-prima para roupas, bolsas, travesseiros, roupas de cama, tapetes e outra infinidade de produtos, ou ainda ser utilizada em sua forma bruta na confecção de banners, sacolas, embalagens etc.
 
Basta olhar a etiqueta de algumas roupas para ver que a composição do produto é feita com 50% de algodão e 50% de poliéster. As roupas feitas a partir dessa mistura ainda são mais resistentes, correm menor risco de desbotar ou formar "bolinhas", além de amassam menos que aquelas feitas com 100% de algodão.
 
Benefícios ambientais 
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de PET (ABIPET), em 2008 foram recicladas no Brasil 253 mil toneladas de embalagens, sendo que 38% foram encaminhadas para a área têxtil. Destes, 44% foram usados na indústria de vestuário, 35% para a produção de cordas, cerdas e monofilamentos e 21% para não-tecidos. 
 
Além de incentivar os investimentos em cooperativas e catadores de lixo, a reciclagem pode trazer diversos ganhos ambientais. Para produzir um quilo de malha PET são recicladas 11 garrafas de dois litros de refrigerante.
 
Além disso, ao reutilizar o material a indústria deixa de produzir novas unidades de Tereftalato de Etileno, economizando água, energia e matérias-primas, como o petróleo. Por fim, a reciclagem evita o acúmulo do material em lixões e aterros e prolonga sua vida útil.


Fonte: noticias.terra.com.br


Escrito por: , em 20/04/2015


08/04/2015

Tecido sustentável confeccionado com retalhos


 
Uma novidade para confecção de produtos são os tecidos ecologicamente corretos. Com eles você pode criar diversos produtos agregados de valor ambiental e social. Em alguns casos, os retalhos e outros materiais que poderiam ser descartados são aproveitados e trabalhados, colaborando assim com o meio ambiente e com a complementação da renda de famílias.
 
Por mês, milhões de toneladas de sobras de tecidos, entre outros resíduos, são descartados e em nosso país existem 43 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Neste cenário, negócios sustentáveis são fonte de solução para problemas. Um exemplo é o processo de reaproveitamento de tecido realizado pela empresa têxtil EcoSimple. A empresa lançou uma linha de tecidos criados a partir de retalhos e garrafas PET.
 
A aliança com grandes companhias têxteis e comunidades permite a criação de um tecido de alta qualidade e 100% responsável. A empresa coleta sobras de tecidos e garrafas PET e as encaminha até as pequenas cooperativas. Os tecidos são separados por cor e enviados pela comunidade de volta para a empresa.
 
 
Os tecidos passam por vários processos, todos livres de qualquer tratamento químico. Depois de catalogados e devidamente separados por cor, estes tecidos seguem para as etapas de moagem e desmanche, limpeza e transformação em polímero, fiação e tecimento, sem adição de qualquer espécie de tinta ou corante.
 
A utilização de aparas de tecidos descartados em confecções indica um caminho para reciclagem no setor têxtil. 


Fonte: vilamulher.com.br


Escrito por: Por Catharina Apolinário, em 08/04/2015


01/04/2015

Moda sustentável: a tendência que está sempre em alta


 
Anualmente, consumimos quilos e mais quilos de tecidos. Seja em roupas, acessórios ou artigos para a casa, os tecidos fazem parte do nosso dia a dia e causam um impacto maior do que podemos imaginar.
 
No entanto, em tempos em que muito se fala sobre sustentabilidade, existem empresas preocupadas com a responsabilidade social e com os efeitos que sua produção pode causar no meio ambiente e na vida das pessoas. Desde a escolha das matérias-primas até o descarte das peças após o uso, existem roupas que foram pensadas para minimizar os impactos no mundo em que vivemos.
 
Dessa maneira, conheça melhor os princípios nos quais consiste a moda sustentável, fique por dentro dos materiais utilizados na produção das peças e veja dicas de como levar uma vida mais ecológica e em harmonia com o meio ambiente.
 
O processo sustentável
 
Em uma definição direta, o STEP (Sustainable Technology Education Project) diz que moda sustentável é a produção de roupas que leve em consideração o meio ambiente, a saúde dos consumidores e as condições dos funcionários empregados na indústria.
 
Para entender um pouco melhor como esses princípios funcionam na prática, o TodaEla conversou com a designer de moda Hieda Oviar, responsável pela marca paranaense Irmãs Green, que explica como funciona o processo de produção de roupas e acessórios de moda sustentáveis.
 
Hieda começa nos contando que o que a levou a trabalhar nesse ramo foi o prazer em oferecer para as pessoas produtos cujo conceito fosse ético e sustentável. Segundo ela, a motivação também vem das pequenas mudanças de atitude que, além de trazerem satisfação pessoal, revelam resultados positivos para a coletividade.
 
Na hora de criar as coleções para sua marca, a estilista revela que busca maneiras de causar o menor impacto possível. Entre as matérias-primas utilizadas, a empresa recorre a alternativas naturais, cujo cultivo não faz uso de agrotóxicos, como os tecidos orgânicos, e opções que promovam a reciclagem, como é o caso das garrafas PET.
 
Na lista de materiais estão tecidos e malhas recicladas mescladas ao poliéster de garrafa PET, tecidos e malhas orgânicas, tecidos naturais – como o linho e o bambu –, couro ecológico e jeans reciclado com poliéster de PET. Além disso, a marca reaproveita resíduos têxteis de coleções anteriores e compra retalhos de microempresas familiares de Curitiba.
 
Sobre os problemas em se fazer moda consciente atualmente, Hieda Oviar cita que a falta de um grande leque de matérias-primas sustentáveis é o principal empecilho. “Mesmo não sendo possível nos dias de hoje fazer uma roupa 100% sustentável, já podemos observar um crescimento da indústria e de matérias-primas têxteis. Com a ajuda do desenvolvimento da tecnologia têxtil e da moda sustentável, esperamos ver em um futuro próximo a possibilidade de termos um produto cada vez mais eficiente, reduzindo ainda mais os impactos ao meio ambiente”, explica ela.
 
Sobre a coloração – processo que costuma envolver a liberação de substâncias químicas no meio ambiente –, a designer comenta que os tecidos utilizados já vêm coloridos de fábrica. No entanto, a empresa tem o cuidado de se certificar da responsabilidade ambiental de seus parceiros: “Buscamos tecelagens e malharias que utilizam selos verdes, o que garante o engajamento sustentável da empresa e a eficácia do produto final”, relata Hieda.
 
Depois de todo o processo criativo de elaboração das peças de uma coleção, a estilista conta que as roupas são cortadas e costuradas em facções de costura parceiras da empresa. Também nessa fase de produção, Hieda mostra que existe uma preocupação na redução de impacto ambiental, sem deixar de levar em conta a mão de obra empregada. Ela ressalta que a empresa trabalha dentro de um sistema que visa “comércio justo e condições satisfatórias de trabalho envolvendo todos os fornecedores da cadeia de produção”.
 
Para além do ateliê, a estilista aponta que as clientes que procuram a marca estejam buscando o mesmo ideal que fez com que ela trabalhasse com moda sustentável. Além da parte estética, Hieda acredita que exista um interesse ético – tanto social quanto ambiental – nos produtos. Em geral, quem entra na loja busca saber a procedência e a responsabilidade envolvidas em todo o processo.


Fonte: inspiramais.com.br


Escrito por: Por TodaEla, em 01/04/2015


30/03/2015

EcoSimple apresenta novas linhas em evento


A EcoSimple apresentou novidades para os potenciais clientes que visitaram seu estande durante a ForMóbile, que aconteceu entre 29 de julho e 1 de agosto de 2014, em São Paulo.  Entre os lançamentos, a empresa levou tecidos listrados, maquinetados e estampados.
 
A marca investiu na criação da linha “Out Back", com tecidos para áreas externas e marítimas. “Procuramos desenvolver essa linha específica em função de uma necessidade sentida no mercado, e esperamos ter preenchido essa lacuna com sucesso”, explica a diretora da empresa, Marisa Ferragutt.
 
Mais uma inovação da tecelagem é a coleção New York assinada pelo estilista Alexandre Herchcovitch. Inspirado nos bairros de New York, o designer criou artigos com tonalidades neutras e padronagens que fazem alusão às construções e arquitetura da cidade.  A paleta de cores está focada no preto, branco, cinza, chumbo e azul marinho, com o predomínio dos detalhes branco em pontilhado.
 


Fonte: abit.org.br


Escrito por: , em 30/03/2015

Primeira |< | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | > |Última 


Busca  

Redes Sociais

EcoSimpleBr
ecosimpletecidosustentavel


Tags

Alexandre Herchcovitch   Coleção New York   Consumo Consciente   Decoração   Eco Friendly   EcoSimple   Garrafa PET   Garrafas PET   Meio ambiente   Moda sustentável   Reciclado   Retalhos   Sustentabilidade   Sustentável   São Paulo Fashion Week   Tecido   Tecido Reciclável   Tecido reciclado   Tecido sustentável   Tecidos   Tecidos EcoSimple   Toyota   sustemtabilidade   tecidos EcoSimple   tecidos sustentáveis  
 

Arquivo


2017
outubro

2016

2015
dezembro
novembro
outubro

Agosto
julho
junho
maio
abril
março