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inovações de tecidos e estampas.



08/06/2015

EcoSimple destaca moda sustentável e competitiva no Inspiramais Inverno 2015


Brilhos e maquinetados estão entre os atrativos da nova coleção da empresa que é líder de mercado em seu segmento, produzindo tecidos sustentáveis para diversos setores.
 
 
Muito brilho e o toque especial de artigos maquinetados são a união perfeita entre moda e sustentabilidade na nova coleção EcoSimple de tecidos sustentáveis. Os lançamentos para o Inverno 2015 foram apresentados no InspiramaisSalão de Design e Inovação de Materiais, no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo (SP).
 
Os tecidos EcoSimple utilizam em sua composição garrafas pet e aparas de malhas, e dispensam processos químicos para colorir os produtos. Essa mistura sustentável resulta em coleções premium, alinhadas às principais tendências de moda. Para a mostra, a empresa de Americana (SP) está apostando em composições de cores diferenciadas, além de materiais que aliam o aspecto sustentável à competitividade para o cliente.
 
Para o Diretor Comercial da empresa, Cláudio Rocha, a excelente aceitação da coleção e a qualidade dos modelos criados a partir dos tecidos da EcoSimple ressaltam a adequação dos tecidos sustentáveis a qualquer aplicação. “Mostramos que é possível fazer tecido de ótima qualidade e com muita informação de moda a partir de materiais reciclados”, afirma.
 
ECOSIMPLE – No mercado desde 2010, a EcoSimple conquistou recentemente o Prêmio Primus Inter Pares Assintecal/Braskem, distinção nacional patrocinada pela promotora do Inspiramais e por uma das empresas mais inovadoras do mundo, segundo a revista americana FastCompany. A empresa também já foi duas vezes vencedora do Prêmio Idea Brasil, e conquistou os prêmios Planeta Casa (editora Abril), Green Best e Responsabilidade Ambiental da Sanasa.
 


Fonte: assintecal.org.br


Escrito por: Notícia em Dobro, em 08/06/2015


02/06/2015

Para um mundo sustentável!


Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. 
 
Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável.
 
A arquitetura, o design e a moda estão prontos e assumindo o compromisso com a humanidade desenvolvendo projetos e inovando a cada dia com materiais e utilização de matérias primas que não agridam o meio ambiente.
 
Levo você a conhecer ideias, projetos e compromisso com o meio ambiente que uma empresa de tecidos, trouxe para o mundo e para dar mais vida longa ao nosso planeta.
 
Ecosimple:
 
A Ecosimple viabiliza, através da aliança com grandes companhias têxteis e a comunidade, a criação de um tecido de alta qualidade e 100% responsável. Já separados, os tecidos passam por vários processos, todos eles livres de qualquer tratamento químico. Catalogados e devidamente separados por cor, os tecidos seguem para etapas de moagem e desmanche, limpeza e transformação em polímero, fiação e tecimento.
 
Por sua qualidade e diferenciação, os tecidos Ecosimple são utilizados por algumas das melhores e mais conscientes marcas do Brasil e exterior, transformando em uma infinidade de produtos do mobiliário, vestuário até o setor automotivo levando sua mensagem de sustentabilidade e inovação.
 
 
 
 
 


Fonte: decasapramoda.com


Escrito por: Decasapramoda Blog, em 02/06/2015


28/05/2015

O verde está na moda


Preste atenção na foto que ilustra esta reportagem. Aparentemente, ela não tem nada de diferente de um tradicional desfile de moda: uma roupa descolada e um modelo bonitão (e magro, claro). Ao final, o estilista subirá na passarela para receber os aplausos por suas criações. Neste caso, porém, não se trata de uma apresentação comum, mas sim de uma coleção sustentável do estilista Alexandre Herchcovitch, mostrada no São Paulo Fashion Week, em julho de 2012. Todas as roupas foram confeccionadas com tecidos recicláveis da EcoSimple, de Americana, a 130 quilômetros da capital paulista.
 

Dessa parceria surgiu também uma linha de tecidos assinada por Herchcovitch. "Foi uma forma que encontramos para mostrar que a moda e o luxo do futuro não poderão ser frutos de produção em massa à custa da destruição do meio ambiente", diz Cláudio Rocha, sócio da EcoSimple. A tecelagem tem como diferencial uma cadeia de produção totalmente isenta de produtos químicos. Seus tecidos são produzidos a partir da coleta de retalhos descartados por confecções, e utilizam garrafas PET em sua composição. Cada metro de tecido da EcoSimple, elimina 480 gramas de resíduo têxtil e oito garrafas PET do meio ambiente
 
A companhia produz anualmente 3,6 milhões de metros de tecido, volume que deverá lhe render R$ 8 milhões de faturamento este ano. "Ainda é um nicho incipiente, mas com muito potencial de crescimento", afirma Rocha. O empresário estima dobrar essa receita em 2013. Para crescer na casa dos três dígitos, ele aposta na vocação sustentável dos tecidos como um forte atributo de estilo. Essa estratégia já vem dando bastante visibilidade à EcoSimple. Fundada há apenas dois anos por Rocha e sua sócia Marisa Ferraggut, a empresa já conquistou como clientes marcas renomadas como Coca-Cola Shoes, Osklen, Levi's, Vulcabras e Tok&Stok.
 

Assim como o empresário paulista, grandes marcas como Osklen e Giorgio Armani também estão investindo no apelo sustentável de suas roupas. A mais recente investida nesse sentido foi da americana Levi's, que lançou no mês passado, uma coleção de calças jeans feitas com materiais reciclados. A grife utilizou mais de 3,5 milhões de garrafas recicladas nas quase 400 mil peças produzidas. A novidade chegará ao Brasil no primeiro semestre de 2013. "Essa coleção prova que não é necessário sacrificar qualidade, conforto ou estilo para dar um novo começo ao que chegou ao fim", disse James Curleigh, presidente global da marca Levi's.

Segundo especialistas, a evolução da indústria têxtil passa obrigatoriamente pelas soluções sustentáveis. "Não vejo esse tipo de produto apenas como uma moda passageira, mas sim como um amadurecimento do mercado", afirma Sylvio Napoli, gerente de inovação e tecnologia da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção. De acordo com ele, um dos maiores desafios do setor será otimizar os processos de fabricação para reduzir custos. Apesar de não existir um estudo que indique a participação desses produtos no mercado, Napoli estima que eles respondam por 5% do faturamento da indústria têxtil no Brasil, que chegou a US$ 67 bilhões, em 2011.
 
 


Fonte: istoedinheiro.com.br


Escrito por: istoedinheiro.com.br, em 28/05/2015


21/05/2015

Crise? Que crise?


Como a aposta na sustentabilidade faz a diferença na trajetória da EcoSimple  
 
 
O ano de 2015, ao que tudo indica, não deverá ser dos mais fáceis para o setor produtivo. Afinal, as recentes medidas adotadas pelo governo federal deverão ter impacto direto no ritmo de crescimento do País. Fala-se até em recessão. OK. Com relação a isso, não há nada a fazer. Afinal, a equipe econômica federal é soberana para adotar as providências que julgar necessárias para equilibrar as contas públicas.
 
Mas, e como fica o setor produtivo nesta história?
 
Bem, em uma economia cada vez mais competitiva e sujeita aos humores do que acontece além das nossas fronteiras, é natural que os impactos se deem não apenas de forma coletiva, como também individual. Neste contexto, leva a melhor quem consegue desenvolver aquilo que os economistas e acadêmicos chamam de vantagens competitivas.
 
Foi nisso que apostou, há quatro anos, os paulistanos Claudio Rocha e Marisa Ferraggut, controladores da EcoSimple – tecelagem baseada em Americana (SP) e que usa exclusivamente insumos reciclados e tintas naturais. Pois foi graças a este componente de sustentabilidade que a empresa vem conseguindo cavar seu espaço na carteira de fornecedores de gigantes globais. A começar pela alemã Adidas, as americanas Levi´s e Coca-Cola, além da japonesa Toyota.
 
No início desta semana, Rocha teve um encontro com executivos da francesa Vert, fabricante de calçados feitos com tecidos de algodão orgânico e solados de borracha coletada por cooperativas de seringueiros na Amazônia. “Estamos animados em relação a 2015”, diz o empresário. De fato, motivos não faltam. Além de colocar suas criações em peças vendidas na rede Tok Stok, de móveis descolados, a direção da EcoSimple caiu nas graças do designer Marcelo Rosembaum, que apresenta o programa Decora, no canal por assinatura GNT.
 
Segundo Rocha, boa parte do sucesso da EcoSimple se deve a sua capacidade de firmar parcerias pontuais, mas com um enorme potencial para garantir visibilidade na mídia e entre as empresas que valorizam diferenciais competitivos. Foi assim quando se uniu ao estilista paulistano Alexandre Herchcovitch, que usou os tecidos EcoSimple em um dos desfiles que promoveu no São Paulo Fashion Week. A dobradinha foi repetida em 2014, durante o Salão do Automóvel de SP, quando Herchcovitch assinou o design do estofado de um modelo-conceito da Toyota (foto). A EcoSimple também participou da promoção da Coca-Cola e da Giroflex no revestimento de sete mil cadeiras no estádio do Maracanã, com tecidos reciclados de garrafas PET.
 
O ano mal começou e Rocha já anuncia novidades. Uma delas é a negociação com uma grande marca de roupas do Rio de Janeiro para a produção de tecidos jeans feitos de retalhos, e que contarão, em sua composição, com fibras sintéticas extraídas da reciclagem de aparelhos Prestobarba.
 
Questionado sobre a meteórica carreira internacional de uma tecelagem de médio porte, Rocha cita duas características apontadas por ele como definitivas: a aposta em tecidos diferenciados e sustentáveis e o jeito de fazer negócios: “Somos simples até no nome”, brinca Rocha. Para seguir crescendo, o empresário também pretende fazer um périplo pela sede dos fundos de private equity, no Brasil e no exterior.
 
“Hoje fazemos tudo. Do planejamento da produção, até a negociação com fornecedores, passando pelo desenho das coleções”, conta. “Chegou a hora de entregarmos a gestão a especialistas e nos concentrarmos no que fazemos melhor.” O sócio da EcoSimple acredita que além da expertise em gestão, um sócio capitalista ajudaria a ampliar, ainda mais a escala produtiva da empresa. Aprofundando ainda mais o toque de sustentabilidade.


Fonte: istoedinheiro.com.br


Escrito por: Rosenildo Gomes Ferreira, em 21/05/2015


14/05/2015

Tecido sustentável nas cadeiras do Maracanã


 
Equipe do Portal 2014, responsável pela avaliação, assistiu a oito jogos da competição em todas as sub-sedes para apontar os melhores estádios.
 
Considerado o grande templo do futebol brasileiro, o Estádio do Maracanã foi considerado um dos melhores da Copa das Confederações pela equipe do Portal 2014, que avaliou todas as sub-sedes. Um dos destaques do estádio, que foi completamente reformado, ficou por conta das cadeiras, avaliada como as melhores da competição. Os tecidos utilizados nos assentos das áreas VIP foram produzidos pela EcoSimple.
 
O Portal 2014 é um veículo de informações concebido pela Editora Mandarim e pelo Sinaenco - Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia, para estimular e divulgar todas as ações que levem ao sucesso da Copa do Mundo de Futebol de 2014 no Brasil. O Portal é voltado para o público especializado na área de infraestrutura, principalmente arquitetos, engenheiros, construtores, empreendedores e gestores públicos.
 
Durante a Copa das Confederações a equipe do Portal assistiu a oito das 16 partidas da competição, para avaliar diversos aspectos das cidades-sede, incluindo os estádios. ''O Maracanã passou no teste. Havia filas para entrar no estádio, mas esse foi o único grande problema. Destaque para a organização interna, para os corredores que dão acesso às arquibancadas e para a acústica. Os assentos foram considerados os melhores'', afirmou a equipe de avaliação.
 
Para a EcoSimple, responsável pela produção dos tecidos dos assentos, a distinção é importante porque reafirma a qualidade do material. A empresa produz tecidos sustentáveis que dispensam processos químicos para colorir os produtos. Mais informações sobre a EcoSimple podem ser obtidas no site www.ecosimple.com.br ou pelos telefones (19) 3469.4951 e (19) 3469-6028.
 


Fonte: construirsustentavel.com.br


Escrito por: , em 14/05/2015


11/05/2015

Feliz dia das Mães





Escrito por: , em 11/05/2015


07/05/2015

EcoSimple


Desde 2004 a Ecosimple viabiliza, através da aliança com grandes companhias têxteis e a comunidade, a criação de um tecido de alta qualidade e 100% responsável. Mediante contrato, a Ecosimple coleta sobras de tecidos e garrafas PET e as encaminha até as pequenas cooperativas. Uma vez lá, esses tecidos são separados por cor e enviados pela comunidade de volta para a Ecosimple. Já separados, os tecidos passam por vários processos, todos eles livres de qualquer tratamento químico. Catalogados e devidamente separados por cor, os tecidos seguem para as etapas de moagem e desmanche, limpeza e transformação em polímero, fiação e tecimento.
 
TECIDOS
Por já estarem separados por cor, não é necessária a adição de qualquer espécie de tinta ou corante. As tonalidades desejadas são obtidas através das cores originais dos tecidos, aproveitando a coloração natural das fibras e suas diversas nuances. Desse processo livre de agressões nasce o novo tecido EcoSimple.
 
CLIENTES
Em função da alta qualidade e diferenciação, os tecidos EcoSimple são utilizados por algumas das melhores e mais conscientes marcas do Brasil e do exterior.
Transformados em uma infinidade de produtos, os tecidos EcoSimple levam a mensagem da sustentabilidade aos quatro cantos do planeta.
 
CONSUMO
A mensagem de sustentabilidade da EcoSimple não termina em seus produtos. Ela continua através das ações de conscientização voltadas ao consumidor final e do seu trabalho de pós venda. Tudo isso garante o ciclo de renovação dos produtos, o respeito à natureza e o bem estar do planeta.
 


 


Fonte: decorwindow.com.br


Escrito por: , em 07/05/2015


30/04/2015

Grandes grifes aderem à moda sustentável


Por que nomes do primeiro escalão estão trabalhando em prol desta iniciativa


A indústria têxtil está entre as quatro que mais consomem recursos naturais, como água e combustíveis fósseis, de acordo com o Environmental Protection Agency (órgão americano que monitora a emissão de poluentes no mundo). Somente o algodão é responsável por cerca de 30% da utilização de pesticidas na terra. Para se ter uma ideia dos danos causados ao meio ambiente, apenas na produção de uma camiseta de 250 gramas de algodão, na china por exemplo, são usados em media 160 gramas de agrotóxicos. Os quais contaminam os solos e rios, causando danos às vidas dos seres marinhos e às famílias que consomem seus alimentos.
 
Por isso pensar sustentavelmente tem sido a proposta social veiculada nesses últimos anos pela mídia. O termo sustentável requer uma série de fatores a serem analisados numa cadeia de produção. Ser sustentável é pensar em criar maneiras de aproveitamento/reutilização de produtos para minimizar os danos causados ao meio ambiente por meio da cadeia produtiva.
 
Assim, o conceito de moda sustentável (também chamada de ecológica) leva em conta todos os recursos usados na produção de um tecido/roupa, como: a matéria-prima, a quantidade de água, a mão de obra, o transporte do que foi produzido, enfim todo o processo. Para os defensores da moda sustentável, não adianta usar tecidos feitos a partir de um processo de reciclagem, mas gastar muito combustível no transporte desses produtos até o local de venda. Portanto, a moda sustentável propõe que toda a cadeia produtiva de uma roupa seja feita conscientemente.
 
Atualmente marcas conceituadas como a grife brasileira Osklen e a mundial Stella McCartney já fazem uso da moda ecológica. Porém são produções que nem sempre estão ao alcance de todos os bolsos. Para estimular o interesse popular por tal tipo de moda, a Hanesbrands, dona da marca Zorba no Brasil, em parceria com a rede varejista Wal-Mart e a Embrapa estão produzindo roupas sustentáveis a preços populares. São camisetas, calcinhas, cuecas e bodies para bebês confeccionados com algodão cru ou orgânico, além de outras fibras, como o bambu.
 
Para entender o processo de fabricação de um tecido reciclável, conversamos com José Israel do Nascimento, gerente comercial da Ecosimple, empresa produtora de tecidos 100% recicláveis que fornecem material para grifes famosas. Um exemplo disso, foi a divulgação da coleção sustentável de Alexandre Herchcovith no São Paulo Fashion Week, em junho de 2012. As peças usadas no desfile foram produzidas com tecidos da Ecosimple.
 
A Ecosimple utiliza restos de tecidos como matéria-prima em sua produção. Para isso ela conta com a parceria de cooperativas de trabalho, que recebem os fardos dos restos de tecidos com cores misturadas e fazem a separação das tiras por cor e devolvem a Ecosimple. Na empresa têxtil, as tiras passam por um processo que “rasgam” os tecidos até se transformarem em fios, estes são misturados com a pluma e PET (feita a base de garrafas PET). Assim é elaborado o fio Ecosimple com a mistura das duas fibras que se transformam no tecido reciclável.
 
O conceito de reciclagem ainda não é algo valorizado em todas as regiões do país segundo José Israel, por isso a Ecosimple procura fazer palestras e workshops sobre sustentabilidade. Para ele, no momento, não há vantagens em produzir tecidos recicláveis e sim paixão pelo conceito, pois os investimentos financeiros no processo são altos. “Quando iniciamos com a fiação 100% reciclado, a eficiência de máquina e operações era baixa, com baixa produtividade (produto mais caro). Hoje temos a eficiência e produtividade alta e podemos trabalhar com preços competitivos”, explica José Israel. Ao questionar sobre as diferenças de preços entre um produto reciclável e um não reciclável, o gerente comercial da Ecosimple informa que se baseando pela mesma composição e gramatura há um equilíbrio de preços.
 
 
Curiosidades sobre a produção de tecidos
 
 
1) A produção de couro para roupas, bolsas e sapatos está entre as que mais poluem o meio ambiente. Isso porque, para amaciar o couro, são usadas toneladas e mais toneladas de sal, entre outros produtos. Esse sal é dissolvido em água, que vai parar no solo. Anos e anos de produção provocam o acúmulo de água salgada em regiões onde o sal não é parte do ecossistema.
 
2) Cerca de 8 mil tipos de produtos químicos são usados para transformar matéria-prima bruta em tecidos. Muitos desses produtos provocam danos irreversíveis na humanidade e no meio ambiente.
 
3) Mais de 11 milhões de toneladas de poliéster (isso mesmo, dá 11 bilhões de quilos) são fabricados por ano. O processo de produção deste tecido demanda um consumo de água muito pequeno, mas, por outro lado, exige uma grande quantidade de energia. As fibras do poliéster não são biodegradáveis, mas ele é reciclável.
 
4) O simples uso de uma camiseta básica pode despejar na atmosfera 4 kg de dióxido de carbono durante toda a útil da roupa. Isso acontece se ela for sempre lavada a uma temperatura de 60º C, for secada em secadora e passada a ferro. No Brasil, não temos o hábito de usar secadora, mas essa maquininha destruidora de roupas é hábito em vários países, inclusive os EUA.
 
5) Quase 100% dos tecidos existentes podem ser recicláveis, e a indústria que faz essa reciclagem é capaz de reaproveitar mais de 90% das roupas descartadas. Isso é feito sem gerar subprodutos nocivos ao meio ambiente.


Fonte: cassiasn.blogspot.com.br/


Escrito por: Cássia Nascimento, em 30/04/2015


20/04/2015

Tecidos feitos com garrafas PET são solução para moda sustentável


 
Uma alternativa para quem quer comprar roupas, bolsas e outros produtos feitos com materiais mais sustentáveis é o tecido de garrafa PET. Ele é feito a partir da reciclagem do plástico e pode evitar que novas matérias-primas sejam produzidas, além de reaproveitar o material que iria para o lixo.
 
Apesar de parecer novidade, os tecidos produzidos a partir das embalagens PET são os mesmos das roupas comuns de poliéster. A grande diferença é que em vez de utilizar o Tereftalato de Etileno virgem, a indústria recicla o plástico das garrafas e o transforma em fibras de poliéster.
 
Posteriormente, essa fibra poderá ser tecida junto com algodão e virar matéria-prima para roupas, bolsas, travesseiros, roupas de cama, tapetes e outra infinidade de produtos, ou ainda ser utilizada em sua forma bruta na confecção de banners, sacolas, embalagens etc.
 
Basta olhar a etiqueta de algumas roupas para ver que a composição do produto é feita com 50% de algodão e 50% de poliéster. As roupas feitas a partir dessa mistura ainda são mais resistentes, correm menor risco de desbotar ou formar "bolinhas", além de amassam menos que aquelas feitas com 100% de algodão.
 
Benefícios ambientais 
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de PET (ABIPET), em 2008 foram recicladas no Brasil 253 mil toneladas de embalagens, sendo que 38% foram encaminhadas para a área têxtil. Destes, 44% foram usados na indústria de vestuário, 35% para a produção de cordas, cerdas e monofilamentos e 21% para não-tecidos. 
 
Além de incentivar os investimentos em cooperativas e catadores de lixo, a reciclagem pode trazer diversos ganhos ambientais. Para produzir um quilo de malha PET são recicladas 11 garrafas de dois litros de refrigerante.
 
Além disso, ao reutilizar o material a indústria deixa de produzir novas unidades de Tereftalato de Etileno, economizando água, energia e matérias-primas, como o petróleo. Por fim, a reciclagem evita o acúmulo do material em lixões e aterros e prolonga sua vida útil.


Fonte: noticias.terra.com.br


Escrito por: , em 20/04/2015


08/04/2015

Tecido sustentável confeccionado com retalhos


 
Uma novidade para confecção de produtos são os tecidos ecologicamente corretos. Com eles você pode criar diversos produtos agregados de valor ambiental e social. Em alguns casos, os retalhos e outros materiais que poderiam ser descartados são aproveitados e trabalhados, colaborando assim com o meio ambiente e com a complementação da renda de famílias.
 
Por mês, milhões de toneladas de sobras de tecidos, entre outros resíduos, são descartados e em nosso país existem 43 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Neste cenário, negócios sustentáveis são fonte de solução para problemas. Um exemplo é o processo de reaproveitamento de tecido realizado pela empresa têxtil EcoSimple. A empresa lançou uma linha de tecidos criados a partir de retalhos e garrafas PET.
 
A aliança com grandes companhias têxteis e comunidades permite a criação de um tecido de alta qualidade e 100% responsável. A empresa coleta sobras de tecidos e garrafas PET e as encaminha até as pequenas cooperativas. Os tecidos são separados por cor e enviados pela comunidade de volta para a empresa.
 
 
Os tecidos passam por vários processos, todos livres de qualquer tratamento químico. Depois de catalogados e devidamente separados por cor, estes tecidos seguem para as etapas de moagem e desmanche, limpeza e transformação em polímero, fiação e tecimento, sem adição de qualquer espécie de tinta ou corante.
 
A utilização de aparas de tecidos descartados em confecções indica um caminho para reciclagem no setor têxtil. 


Fonte: vilamulher.com.br


Escrito por: Por Catharina Apolinário, em 08/04/2015

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